Arquivo do mês: junho 2013

30 junho

O homem descarrega os tijolos e telhas. De dentro do caminhão atira-os um a um para o homem na calçada. A sinfonia de silêncio é perfeita. As criaturas de barro voam como plumas. (Albertina Regis) Anúncios

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29 junho

O homem colhe as goiabas como se a cachopa de marimbondos num dos galhos fosse  um enfeite de natal na árvore . (Albertina Regis)

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28 junho

“Primeiro as damas”! Puxa, como os viúvos levam à risca o cavalheirismo! (Albertina Regis)

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27 junho

O homem desceu do ônibus com o delicado embrulho nos braços. E então levantou uma ponta da manta de pelúcia, para ver de que lado estava a cabecinha do recém-nascido. (Albertina Regis)

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26 junho

Nas mãos do vendedor, na loja de tecidos, a tesoura aposta corrida com a luz. (Albertina Regis)

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25 junho

O homem roto, na calçada, pede um real ou cinquenta centavos, para a sua pinguinha diária. Sorri, esbanjando sinceridade. (Albertina Regis)

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24 junho

Siris vivos com garras a postos, no chão molhado da canoa. Pés descalços do homem no chão molhado da canoa. (Albertina Regis)

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